Artigos marcados com a Tag ‘texto’

Ve(e)mente


Em 28 de janeiro de 2015 | por linhaseversos

O homem que Não é parte De uma realidade Não deve Exatamente Discuti-la Ou julgá-la Por fatos fotos Relatos. É preciso Vivenciá-la Apurá-la Humana E cientificamente. Senti-la Percorrê-la É preciso. Quiçá ser Por ela parido. Texto é um dizer A respeito do admirado Segundo uma percepção. Não a realidade Absorvida, sentida, doída. Não há impessoalidade […]

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Filha do mar


Em 28 de janeiro de 2015 | por linhaseversos

  Vou me banhar Sou filha do mar As águas vêm e vão Em ritmo e rito A me batizar. Vou me banhar Sou filha do mar As águas vêm e vão Na dança en(canto) A me salvar. Vou me banhar Sou filha do mar As águas vêm e vão Espumantes A me libertar. Vou […]

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O menino do Vento


Em 28 de janeiro de 2015 | por linhaseversos

Alguns dizem que sou Louca. Outros dizem que… (Sei lá!) Depende. Sou vinho Sou terra Sou ninho. Com vinho Sou ar Vento Furacão No meu canto Meu córrego De in(cursões). Sou o menino Do vento (Do Pouso Triste), Da felicidade De encontrar em Mim a mesma Do espelho de gota De décadas atrás.

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A árvore


Em 28 de janeiro de 2015 | por linhaseversos

Estranhamente caída, Após curvar ferros Tão resistentes, Curvou-se. Uma queda ocasional.   Lá está ela, cadáver, (Ou parte dele) Com seus galhos ressequidos. E folhas desprendidas, Já secas, Forram o cimento poroso Ora frio ora quente, Impotente, mas obsequioso, Sobre o qual ela jaz.

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(A)cena


Em 21 de julho de 2013 | por linhaseversos

A cena descongela, pois. Minhas pupilas abnegam, E lançam, exatas, Um contorno. Fecham com vértices, Em vertigens, Na moldura lapidada a tela viva. Exatidão Luz Lentes Lâmina Lâmpada Filamento Firmamento Eis o instante sem ruídos, Sem in(ter)venção: Uma in(ver)são. In(ser)ção(?) O particular fin(do), Lugar velado, Acolhe(dor). Em ventre de memórias. Vêm, então, os pólens em […]

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Memórias de um apaga(dor) – Poesia


Em 16 de abril de 2013 | por linhaseversos

Tudo vale a pena Se a alma não empena. Meu trabalho, senhores, Não fede nem cheira. Resisto. Recito. Insisto. Incito. Suplico. Simplifico. Fico. Meu combustível É etanol, Não do milho, Mas da cana: Sustentável, Não poluente. Contudo, Minhas usinas Fecham: Não há vagas.

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P(acto)


Em 16 de abril de 2013 | por linhaseversos

Tempos sem Tempos não Uma alma de sal Em pele de charque. Cactos no meu deserto Improdução Cacos transparentes Resignação. Reflexos Lâminas Escamas. Desidratada A folha roga o pranto Curso da matéria Papel em branco Sem rugas borrões À espera Repousa absorta Livre e vulnerável. Mas existe a hora Deságua Nasce o verso Em prece […]

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Jujubas, delicados, suspiros coloridos, etc.


Em 13 de outubro de 2012 | por linhaseversos

Sábado pós dia das crianças. Como de praxe, acordo por volta das nove horas, saboreio meu café sem grandes variações – suco de laranja, mamão, pão na chapa – e, finalmente, dedico cerca de meia hora à leitura do jornal. Sou, então, surpreendida por um texto de Daniel Azulay: artista plástico que comandou, nos idos […]

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Signos (Supra)linguísticos


Em 23 de novembro de 2011 | por linhaseversos

A convivência com jovens me faz refletir frequentemente sobre as possibilidades da nossa língua ‘mãe gentil’. Com as novas gírias, que nascem e morrem na boca da geração criadora, palavras triviais têm seu significado revitalizado na onda da comunicação globalizada, que atende à expectativa da verbalização minimalista nas redes sociais. Embora não morra de amores […]

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Bordeau(x)


Em 16 de novembro de 2011 | por linhaseversos

Mãos maci(lentas) Na seda pura e preta Um negrume de ideias fartas Na epiderme derrama diluído Um epicentro de emoções lúcidas O esmalte cintila (ainda) O desgaste do Bordeaux Espaços reservados Em tempos escorregadios E o sorriso sustenta Reticências da alma Luz da essência Que não se esgota Que não se resvala Esverdeja-se. (Juliana Izabeli […]

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